quarta-feira, 25 de março de 2026

Os Caça-Fantasmas

Título no Brasil: Os Caça-Fantasmas
Título Original: Ghostbusters
Ano de Lançamento: 1984
Estúdio: Columbia Pictures
País: Estados Unidos
Direção: Ivan Reitman
Roteiro: Dan Aykroyd, Harold Ramis
Elenco: Bill Murray, Dan Aykroyd, Harold Ramis, Sigourney Weaver, Rick Moranis, Ernie Hudson 

Sinopse: 
A história acompanha três cientistas (Peter Venkman, Ray Stantz e Egon Spengler) que, após perderem seus empregos em uma universidade, decidem abrir um negócio inusitado em Nova York: capturar fantasmas. Equipados com mochilas de prótons e muita coragem (e bom humor), eles passam a enfrentar diversas entidades sobrenaturais, incluindo o gigantesco e memorável “Stay Puft Marshmallow Man”.

Sinopse: 
Lançado em 1984, o filme mistura comédia, ficção científica e elementos sobrenaturais de forma inovadora, conquistando rapidamente o público e se tornando um enorme sucesso de bilheteria. O filme se destacou não apenas pelo humor inteligente e pelas atuações carismáticas, mas também pelos efeitos especiais avançados para a época e pela trilha sonora marcante, especialmente a música-tema “Ghostbusters”, de Ray Parker Jr., que se tornou um clássico da cultura pop. O sucesso foi tão grande que gerou uma franquia duradoura, com continuações como Ghostbusters II, o reboot Ghostbusters e a sequência moderna Ghostbusters: Afterlife. Além disso, a marca se expandiu para desenhos animados, brinquedos e jogos, consolidando “Os Caça-Fantasmas” como um fenômeno cultural que atravessa gerações.

Erick Steve. 

domingo, 22 de março de 2026

Fúria Silenciosa

Título no Brasil: Fúria Silenciosa
Título Original: Silent Rage
Ano de Lançamento: 1982
País: Estados Unidos
Estúdio: Columbia Pictures
Direção: Michael Miller
Roteiro: Joseph Fraley
Elenco: Chuck Norris, Ron Silver, Steven Keats, Toni Kalem, William Finley, Brian Libby

Sinopse:
Em uma pequena cidade do Texas, o xerife Dan Stevens enfrenta um caso incomum envolvendo um homem extremamente violento que, após um surto assassino, é capturado e levado a um hospital psiquiátrico. Lá, um grupo de médicos decide realizar um experimento revolucionário para regenerar tecidos humanos, transformando o paciente em uma espécie de ser quase indestrutível. No entanto, o experimento sai do controle, e o homem retorna ainda mais forte, resistente e mortal. Cabe ao xerife Stevens enfrentá-lo em uma batalha desigual, onde força bruta e habilidades marciais podem não ser suficientes para deter uma ameaça aparentemente invencível.

Comentários:
Lançado em 1982, Silent Rage chamou atenção por misturar elementos de filme policial, ação e terror, algo incomum na carreira de Chuck Norris até então. O jornal The New York Times observou essa combinação de gêneros, destacando o tom quase sobrenatural da trama, enquanto a revista Variety comentou sobre o apelo do filme junto ao público fã de ação e artes marciais. Nas bilheterias, o filme teve desempenho modesto, mas encontrou um público fiel ao longo dos anos, especialmente entre admiradores de Chuck Norris. Hoje, Fúria Silenciosa é considerado um título interessante dentro da filmografia do ator, lembrado por sua proposta incomum e por antecipar elementos que seriam explorados posteriormente em outros filmes de ação com antagonistas quase indestrutíveis.

Erick Steve. 

sábado, 14 de março de 2026

Máquina de Guerra

Título no Brasil: Máquina de Guerra
Título Original: War Machine
Ano de Lançamento: 2026
País: Estados Unidos, Austrália
Estúdio: Lionsgate
Direção: Patrick Hughes
Roteiro: Patrick Hughes, James Beaufort
Elenco: Alan Ritchson, Dennis Quaid, Stephan James, Jai Courtney, Esai Morales, Keiynan Lonsdale

Sinopse:
O filme acompanha um grupo de soldados que participa de um intenso programa de treinamento das forças especiais do Exército dos Estados Unidos. Entre eles está o misterioso e experiente soldado conhecido apenas como “81”, um militar marcado por traumas do passado e reconhecido por suas habilidades em combate. Durante o exercício final do treinamento, o que deveria ser apenas uma simulação militar se transforma em uma verdadeira batalha pela sobrevivência. Uma poderosa máquina de origem desconhecida — aparentemente ligada a uma força alienígena — surge no campo de treinamento e começa a atacar os soldados. Isolados, mal equipados e enfrentando um inimigo tecnologicamente superior, os militares precisam improvisar estratégias para sobreviver e impedir que a ameaça se espalhe para o resto do planeta.

Comentários:
O filme foi lançado em 2026, chegando primeiro aos cinemas na Austrália antes de estrear mundialmente no catálogo da Netflix em 6 de março do mesmo ano. A produção mistura ação militar com ficção científica, algo que chamou atenção da crítica especializada. Alguns veículos elogiaram o ritmo acelerado, as cenas de combate e o carisma de Alan Ritchson, enquanto outros apontaram que o roteiro segue fórmulas tradicionais do gênero. No site Rotten Tomatoes, o longa estreou com cerca de 70% de aprovação, indicando uma recepção geralmente positiva entre críticos. Entre o público, Máquina de Guerra teve um desempenho impressionante logo após sua estreia no streaming, acumulando cerca de 39 milhões de visualizações em apenas três dias e liderando o ranking de filmes mais assistidos da Netflix em vários países. O sucesso imediato levantou discussões sobre a possibilidade de uma sequência e consolidou o longa como um dos grandes lançamentos de ação da plataforma em 2026. O filme é visto como um típico blockbuster do streaming — um espetáculo de ação e ficção científica feito para o grande público — e um projeto que pode dar origem a uma nova franquia dentro do catálogo da Netflix. 

Erick Steve. 

quarta-feira, 11 de março de 2026

Rapaz Solitário

Título no Brasil: Rapaz Solitário
Título Original: The Lonely Guy
Ano de Produção: 1984
País: Estados Unidos
Estúdio: Universal Pictures
Direção: Arthur Hiller
Roteiro: Bruce Jay Friedman, Neil Simon
Elenco: Steve Martin, Charles Grodin, Judith Ivey

Sinopse:
Quando o tímido Larry Hubbard (Martin) encontra sua namorada na cama com outro homem, ele é forçado a começar uma nova vida como solteiro. Mas como que ele não consegue suportar ficar sozinho ele tenta cortejar a bela Iris, que não é, contudo, interessada nele. Larry começa então a escrever um livro sobre sua experiência como um homem solitário, que torna-se inesperadamente um best-seller da noite para o dia!

Comentários:
Eu falei pouco do Steve Martin até hoje aqui no blog, o que foi um erro de minha parte pois ele sempre foi um comediante genial. É verdade que de uns tempos pra cá a qualidade de seus filmes decaiu bastante mas isso não tira o mérito de seu talento como humorista e showman. A melhor fase do Martin aconteceu justamente nos anos 80 quando ele estrelou uma série de comédias muito criativas e divertidas. Conheci Martin não no cinema daquela época mas sim através de suas fitas que eram lançadas no mercado de VHS. Sempre que havia algo novo dele levava para casa para conferir. Raramente me decepcionava ou não gostava do filme. Martin era realmente um diferencial. Esse "Rapaz Solitário" considero simplesmente genial. Esse é um daqueles filmes que foram injustamente subestimados e acabaram sendo esquecidos. O humor aqui nasce da melancolia da situação em que vive o personagem de Steve Martin que apresenta as dificuldades pelos quais passa um homem solitário nos dias atuais. Tem um roteiro muito bem escrito, tocante mesmo, e consegue arrancar lágrimas e risos na mesma proporção. Também com a assinatura de Neil Simon no texto não poderia ser diferente. "The Lonely Guy" é realmente uma pequena obra prima.

Pablo Aluísio.

sábado, 7 de março de 2026

Um Tira da Pesada II

Título no Brasil: Um Tira da Pesada II
Título Original: Beverly Hills Cop II
Ano de Lançamento: 1987
País: Estados Unidos
Estúdio: Paramount Pictures
Direção: Tony Scott
Roteiro: Larry Ferguson, Warren Skaaren
Elenco: Eddie Murphy, Judge Reinhold, John Ashton, Jürgen Prochnow, Brigitte Nielsen, Ronny Cox

Sinopse:
O detetive Axel Foley (Murphy) retorna a Beverly Hills depois que seu amigo, o capitão Andrew Bogomil, é gravemente ferido em um atentado. Determinado a descobrir quem está por trás do crime, Axel se junta novamente aos policiais Billy Rosewood e John Taggart para investigar uma série de assaltos violentos ligados a uma misteriosa organização criminosa. Utilizando seus métodos pouco convencionais e muito humor, Axel tenta desvendar o esquema que envolve uma líder fria e calculista e seu grupo de criminosos altamente organizados.

Comentários:
"Um Tira da Pesada II" foi um grande sucesso de bilheteria, arrecadando mais de 270 milhões de dólares mundialmente e consolidando Eddie Murphy como uma das maiores estrelas de Hollywood nos anos 1980. Embora tenha sido muito popular entre o público, a recepção da crítica foi mais dividida do que a do primeiro filme. O jornal The New York Times destacou o carisma de Eddie Murphy e o ritmo acelerado da direção de Tony Scott, enquanto a revista Variety comentou que o filme apostava mais na ação e no estilo visual do que no humor e na originalidade do roteiro. Ainda assim, o longa manteve a popularidade da franquia e tornou-se um dos filmes policiais mais lembrados da década. No Brasil fez muito sucesso, puxando a popularidade de Murphy às alturas. O ator comediante era uma verdadeira febre, principalmente nas locadoras de vídeo. Seus filmes costumavam ficar entre os mais alugados por meses a fio. Foi, sem dúvida, a fase de ouro da carreira de Eddie Murphy. 

Pablo Aluísio. 

quarta-feira, 4 de março de 2026

Nada em Comum

Título no Brasil: Nada em Comum
Título Original: Nothing in Common
Ano de Produção: 1986
País: Estados Unidos
Estúdio: Columbia Pictures
Direção: Garry Marshall
Roteiro: Rick Podell, Michael Preminger
Elenco: Tom Hanks, Jackie Gleason, Eva Marie Saint, Hector Elizondo, Barry Corbin, Bess Armstrong

Sinopse:
David Basner (Tom Hanks) é um jovem executivo de publicidade muito bem-sucedido, que precisa lidar com uma situação no mínimo delicada, quando é informado que seus pais estão se divorciando, após décadas de casamento.

Comentários:
Tom Hanks surgiu no mundo do cinema como um astro de comédias, um comediante de ofício, gaiato, em filmes como "Despedida de Solteiro" e "Splash - Uma Sereia em Minha Vida". Filmes descompromissados, leves e até, de certo modo, bobinhos. Esse aqui foi seu primeiro filme com um roteiro mais centrado, mais sério, tratando de temas humanos mais profundos. Ainda pode ser considerada uma comédia, porém uma comédia dramática, vamos colocar nesses termos. E isso é curioso porque na época os fãs do ator tiveram uma surpresa e tanto quando chegaram aos cinemas pensando que iriam rir bastante, como nos seus filmes anteriores, e acabaram se deparando com temas pesados como divórcio, velhice, etc. Mesmo assim é um bom filme, sem dúvida. E o Tom Hanks só iria se aprofundar ainda mais no drama, como sua carreira no futuro bem iria demonstrar.

Pablo Aluísio.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Viver e Morrer em Los Angeles

Título no Brasil: Viver e Morrer em Los Angeles
Título Original: To Live and Die in L.A.
Ano de Produção: 1985
País: Estados Unidos
Estúdio: United Artists
Direção: William Friedkin
Roteiro: Gerald Petievich, William Friedkin
Elenco: William Petersen, Willem Dafoe, John Pankow

Sinopse:
Dois policiais de Los Angeles tentam seguir os passos de um perigoso grupo de criminosos envolvidos em tráfico de drogas e outros esquemas ilegais. Um deles é encurralado e morto covardemente. O outro jura e promete vingança pelo sangue derramado do colega, amigo e parceiro.

Comentários:
Mesmo passando por uma grave crise na carreira o diretor William Friedkin conseguiu rodar esse bom policial, ambientado no mundo do tráfico de drogas em Los Angeles durante a década de 1980. O filme tem um roteiro muito bem escrito pelo próprio diretor, baseado na novela policial de Gerald Petievich e consegue prender a atenção do começo ao fim. De certo modo é um herdeiro da linguagem mais cru e realista da década anterior e talvez por essa razão, por não ser um produto meramente pop como "Um Tira da Pesada", por exemplo, não conseguiu fazer o sucesso merecido nas bilheterias. Eu analiso o fracasso comercial dessa fita fazendo um paralelo da mudança de mentalidade entre os públicos da década de 70 e 80. Nos anos 70 havia todo um sentimento de uso do cinema como meio de mudança social, onde os grandes temas em voga na sociedade estavam mais em voga. Já nos ano 80 imperou a fantasia e o pop, principalmente das produções comandadas por Steven Spielberg e todos aqueles que o seguiam esteticamente. Por essa razão " To Live and Die in L.A." não foi tão bem recebido como merecia. O consolo vem do fato de que os anos fizeram jus a esse policial e ele hoje é reconhecido como um dos melhores daquela década. Antes tarde do que nunca.

Pablo Aluísio.